Políticas, estratégias e implementação
As mudanças observadas no controlo do paludismo nos últimos dois anos, resultantes da advocacia de alto nível, aumentaram os recursos financeiros oriundos dos parceiros, a disponibilidade de novos instrumentos, nomeadamente os mosquiteiros impregnados de longa duração (LLIN), os testes de diagnóstico rápido (RDT) e a associação medicamentosa à base de artemisinina (ACT) gerou um maior interesse nas orientações fornecidas pela OMS aos países, para que estes desenvolvam e implementem políticas e estratégias apropriadas.
O papel principal do programa do paludismo na Região Africana é:
- Fornecer aos Estados-Membros orientações sobre políticas, estratégias e outros instrumentos relevantes, a fim de melhorar a qualidade das intervenções de prevenção e controlo do paludismo baseadas em dados factuais, com vista à eliminação da doença.
- Ajudar os países a elaborarem planos estratégicos e documentos técnicos para a implementação do programa, que contemplem as suas especificidades.
- Ajudar os países a conceberem o seu Programa Nacional de Controlo do Paludismo e a reforçarem os seus recursos humanos, com a finalidade de eliminarem os constrangimentos na implementação do programa.
Entre as principais realizações contam-se:
- A elaboração e adopção de estratégias de controlo do paludismo na Região Africana
- A adopção de uma resolução pelo Comité Regional, que compromete os Estados-Membros a intensificarem os seus esforços de prevenção e controlo do paludismo
- A elaboração de orientações para o planeamento estratégico, as intervenções baseadas nas comunidades, o tratamento do paludismo, a monitorização e a avaliação
- A criação de materiais de formação e a organização de cursos internacionais sobre paludismo para várias gerações de médicos